quarta-feira, 14 de julho de 2010
Amor e falta de grana - Este que vos escreve precisa de ajuda
Bom, tem uns que ainda não sabem, e pra minha sorte, eles não conhecem este blog ^^
Só que eu preciso de ajuda. E é sério.
Meu benefício (recebia um amparo social de R$510 por mês) foi cortado por ordem judicial devido ao INSS entrar com recurso contra a ação que me garantia o direito. Possuo epilepsia, e o pessoal daqui de Penápolis não dá emprego para quem possui tal doença, devido ao preconceito por acharem que epilepsia é "doença de louco".
E, com isso, a grana que eu estava economizando para poder ficar um tempo em Portugal foi se esvaindo. O que eu tenho hoje mal dá pra passar uma semana e meia em Lisboa. Claro, não vou ficar em hotel mas, para a Imigração, preciso ter esse dinheiro para poder passar.
E sem contar que não tenho o dinheiro pra passagem internacional, que passa dos R$2000. Minha esperança está em um irmão de um amigo meu, que tem milhas sobrando, de me repassar essas milhas, já que ele não as usa. Mas, não sei o procedimento de se transferir as milhas, se eu preciso ter conta corrente ou não, ou seja, estou desorientado.
Também mandei um e-mail para o Programa do Gugu, pretendo mandar uma carta com minha história para a Sabrina Sato (Aproveitando que ela também é daqui de Penápolis, e aparece aqui de vez em quando), já tentei uma audiência com o prefeito, e talvez eu vá atrás de um candidato a deputado. Que falta faz um Portas da Esperança...
Se alguém tiver uma ideia pra me ajudar - Preciso ir ainda este mês - e quiser entrar em contato comigo, pode postar um comentário neste blog. Agradeço desde já. ^^
Com a ajuda de vocês, esta História de Amor pode ter um final feliz.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Por que Benjamim pode e Salim não pode? EUA apoiam armas atômicas de Israel
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, indicou ontem que não apoiará as pressões por um Oriente Médio livre de armas nucleares, caso isso obrigue Israel - única potência atômica da região - a desfazer-se de seu arsenal. Na Casa Branca, Obama afirmou ao primeiro-ministro israelense, Binyamin "Bibi" Netanyahu, que a política de Washington sobre o tema "não mudará".
PUBLICIDADE
"Por isso, nós mantemos, sem titubear, o compromisso com a segurança de Israel. Os EUA nunca pedirão a Israel para tomar qualquer atitude que possa minar os interesses de sua segurança", afirmou Obama. Netanyahu reagiu com satisfação às garantias. "Obrigado por reafirmar o compromisso dos EUA com assuntos de importância estratégica vital." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O que era sublimado agora está escancarado: Os EUA apoiam o arsenal nuclear de Israel, em detrimento dos outros países. Depois falam que Mahmoud Ahmadinejad (Que, concordo, não é nenhum santo) é um terrorista por querer usar energia atômica no Irã - Segundo ele mesmo, para fins pacíficos - e enchem o país de sanções. Então, se Israel quiser, pode mandar uma bomba atômica em Teerã, usando o bom e velho método estadounidense do "ataque preventivo", que os EUA não irão de forma alguma condená-lo.
Pra quem não sabe, o Estado de Israel tal como o conhecemos é um estado artificial, criado pela ONU com o intuito de evitar que ocorressem novas perseguições aos judeus e se repetissem eventos tais como o holocausto nazista. Detalhe, quem sugeriu a criação de Israel foi um simpatizante do Nazismo (Um brasileiro, ainda por cima). Baseando-se no retrospecto do povo judeu, a ONU outorgou Jerusalém e seus arredores (a chamada "Terra Santa) como área do Estado de Israel.
Só que lá, antigamente, existia a Palestina. É como se a ONU pegasse os curdos e enfiasse eles no Rio de Janeiro, declarando aquela terra como o Curdistão. ou seja, quem já tava lá não gostou nem um pouquinho de ver estranhos tomando suas terras. E a guerra lá existe desde então. Israel só tem se mantido onde está por causa do apoio dos EUA (Que se autoproclamam os que derrotaram o Nazismo, sendo que quando chegou o Dia D, a URSS já tinha tomado conta), que é um país voltado mais para a guerra do que para a paz. Que o digam Coreia, Vietnã e Nicarágua e, mais recentemente, Iraque e Afeganistão.
Um Oriente Médio sem armas nucleares passa por Israel, a menos que se pretenda retirar Israel do Oriente Médio, colocando-o em outro lugar mais desabitado - A Austrália, por exemplo.
Nada contra os israelenses, mas se querem mesmo paz, é melhor pedirem à ONU para mudarem de lugar o Estado de Israel. Deserto por deserto, a Austrália é mais sossegada.
E o Obama tá me decepcionando. Achei que ele faria a diferença, mas está aos poucos tendo a mesma mentalidade de Bush e seus comparsas. Uma pena.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Mais uma vez...
Mais uma vez, um evangélico famoso ou poderoso usa a velha e gastada muleta da "perseguição religiosa" pra querer ficar por cima da "carne seca".
Essa não cola mais, Kaká!
Antigamente, os "cristãos" eram os perseguidos, mas agora, eles são os perseguidores, como se vê por toda parte.
Se você, Kaká, fosse de uma minoria religiosa no Brasil, eu até ficaria quieto, mas você não é um cara que mereça falar em nome de Deus, seja lá de que religião for. Portanto, cala a boca e usa teus pés. Ou, melhor, abandone o futebol de vez e entre numa atividade mais rentável e que não castigue tanto o corpo, como, por exemplo, ser pastor de igrejinha "fashion" que adora a Jesus Cristo S.A., e exige vultosas quantias de pobres pessoas miseráveis que sonham em ter o que você tem e tanto despreza... Que é o talento com a bola nos pés, já que grana você não despreza de jeito nenhum, né?
(Só pra constar. eu coloquei este texto acima como comentário meu no Yahoo, e adivinhe? Sim, meu texto foi censurado. Quem "persegue" quem neste país?)
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Teocracia: Uma ameaça ao Brasil ?
Da Wikipédia:
Teocracia é o sistema de governo em que as ações política, jurídica e policial são submetidas às normas de alguma religião. O poder teocrático pode ser exercido direta ou indiretamente pelos clérigos de uma religião [1]: os governantes, juízes e demais autoridades podem ser os próprios líderes religiosos (tal como foi Justiniano) ou podem ser cidadãos leigos submetidos ao controle dos clérigos (como ocorre atualmente no Irã, onde os chefes de governo, estado e poder judiciário estão submetidos ao Aiatolá e ao conselho dos clérigos). Sua forma corrupta é também denominada clerocracia.
Exemplos atuais de regimes desse tipo são o Vaticano, regido pela Igreja Católica e tendo como chefe-de-Estado um sacerdote (o Papa), e o Irã, que é controlado pelos Aiatolás, líderes religiosos islâmicos, desde a Revolução Islâmica em 1979.
Conceito
A forma de Estado teocrático contém princípios bastante diversos dos que norteiam os estados laicos. No geopolítica contemporânea esta é peculiar ao ocidente, as teocracias são atualmente típicas do mundo islâmico - ou muçulmano. Como o próprio nome indica, teo refere-se ao que provém ou está relacionado a Deus - aqui é preciso cuidado para que não se confunda a teocracia com a variante absolutista do Estado monárquico. Nas monarquias ocidentais, o poder real continha uma natureza divina. No entanto, por mais próximos que estivessem o Estado e a Igreja, ambos constituíam esferas separadas: a monarquia detinha o poder político, enquanto a Igreja, os poderes espiritual e moral. Já nas teocracias tal distinção está ausente. Os poderes político e religioso andam lado a lado. Portanto, quem detêm o controle do Estado regula também os preceitos morais, espirituais, educacionais e culturais. Nada é feito de forma autônoma. Toda e qualquer atitude tomada pelo Estado ou pela sociedade está vinculada a uma única lógica religiosa, que serve como fundamento universal.
Tais características imprimem um elemento místico ao poder estatal. Nas teocracias o exercício da autoridade política é, ao mesmo tempo, um ritual religioso, que, em tese, afasta qualquer contestação social. Os países islâmicos, sobretudo aqueles nos quais a facção xiita é majoritária, são fortemente estruturados sobre essa mistura de crença e submissão. "Um exemplo presente de Estado teocrático é o Irã, onde vigora o regime dos aiatolás, que são, simultaneamente, sacerdotes e governantes e sustentam, como objetivo central, a destruição do mundo ocidental por meio de atos terroristas estimulados pelo fanatismo religioso." Embora nem todos os países islâmicos possam ser caracterizados como teocracias, é preciso que se diga que a incorporação de padrões políticos e culturais típicos do ocidente - como a democracia e a separação entre Igreja e Estado - é muito remota, uma vez que envolve processos consolidados ao longo de séculos de história.
Meu comentário:
E lideranças evangélicas recomendam a leitura do livro "Plano de Deus", de Edir Macedo. Esse plano, que envolve poder político, resume-se em fazer do Brasil uma teocracia, ou seja, um país governado por preceitos religiosos (Em, especial, preceitos evangélicos pentecostais).
Quem conhece SEITAS como a própria Universal, e todas as outras que surgiram e/ou vieram para o Brasil depois dela, tem motivos de sobra para se preocupar. Imagine o Brasil sendo transformado numa versão cristã do Irã, por exemplo.
Imagine um General-do-Exército evangélico declarando "Guerra Santa" contra, por exemplo, umbandistas, espíritas e todos aqueles que não aceitam Jesus como seu Deus. Imagine todos os avanços tecnológicos, financeiros e sociais do Brasil escorrendo ralo abaixo devido a desmandos dos clérigos que, porventura, venham a se instalar em Brasília (Deus me livre!). Imagine milícias religiosas fechando centros espíritas ou templos budistas e executando pais-de-santo e monges zen. Imagine a Constituição sendo rasgada e substituída pelo Pentateuco (Os cinco livros iniciais do Antigo testamento da Bíblia, que contém as legislaturas da antiga tribo de Israel). Imagine os canais de TV laicos sendo fechados e a Rede Globo tendo que se tornar uma emissora evangélica para continuar no ar. Imagine o fim do Carnaval. Imagine a Internet com mais censura que a da China. Imagine a cultura do Brasil sendo destruída em prol de uma "cultura cristã". Imagine ateus sendo presos como criminosos. Imagine o fim das reservas indígenas e a conversão forçada dos índios para o "cristianismo pentecostal". Imagine as mutretas da igreja de Macedo sendo aplicadas a nível de Estado, e o Real valendo menos que o Dólar Zimbabuano.
Você quer isto para o teu país? Não? Então, fique de olho. O livro "Plano de Poder" está nas livrarias evangélicas (E em algumas laicas) de todo o Brasil. Preste atenção no livro. Compre-o, ou pegue-o emprestado. Leia e conheça o que os deputados-pastores estão reservando para o Brasil.
E, se for necessário, lute para que esse "Plano de Poder" nunca venha à realidade, para o bem do Brasil.
terça-feira, 23 de março de 2010
Carro elétrico: Um dia, você ainda vai ter um.

E o carro elétrico está sendo vendido no Brasil (O preço, R$ 60 mil, é por si só, um choque!). Todavia, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel já havia feito protótipos de um mini-carro (Do tamanho do Reva i) na década de 70, chamado Itaipu. Uma pena que não obteve apoio governamental, por causa do Proálcool, senão os elétricos teriam feito cerca de 30 anos de Brasil.
Comparação entre o Reva i Indiano e o Gurgel Itaipu E-150, nacional, da década de 1970 (Gentileza Programa AutoEsporte)
Gurgel também fez uma versão "Itaipu" da perua G-800 (Que usava chassi de Kombi), chamada Itaipu E-400. Na verdade, a E-400 veio antes da "tradicional" G-800.

Itaipu E-400: Furgão elétrico num chassis de Kombi
Seu sonho morreu, mas pelo menos o sonho do brasileiro de ter um elétrico continua bem vivo. Tanto que os últimos modelos da Gurgel, BR-800 e Supermini, são os preferidos para fazer conversões para elétrico, conforme mostram este site e este site. Isso não impede, por exemplo, de se usarem modelos maiores, como o Gol, com motor de 75 cv de pico, ou mesmo um velho Fusca. Já há uma empresa convertendo carros da Fiat para abastecer na tomada de casa, e mesmo a Fiat e a Iveco (na prática, a mesma empresa) soltaram protótipos elétricos que usam, veja só, baterias de sal. Resta saber QUANDO eles estarão no mercado.

Buggy FCC 2 da Fiat do Brasil. Pena que é só um conceito...

Iveco Daily elétrico. No mercado quando?
E, se você quiser também entrar na "onda de choque" de andar com seu possante sem passar pelo posto de combustível, recomendo este site, que tem links interessantes para você começar a converter o teu possante - Pode ser moto, também - ou "ressuscitar" um veículo morto do ferro-velho só por diversão.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Vamos fundir Portugal... Ao Brasil!
Orgulhosamente acompanhados
Dizem os economistas mais avisados, os que ainda fizeram a 4ª classe antiga e por isso ainda sabem fazer contas, que Portugal, por volta de 2020 será o país mais pobre da União Europeia.
O problema é económico; é do endividamento, é de escala, é de recursos, naturais e humanos, é financeiro, é de marketing. Os nossos problemas estão diagnosticados até ao tutano e há décadas por resolver.
O mal está, como diz Medina Carreira, na economia mas o remédio está na política.
Portugal não tem escala. Somos poucos, temos uma fraca industria, reputação e não somos vitais no palco mundial. Podemos todos gostar muito do pais, e eu gosto, mas é apenas por ser a minha casa. Se amanhã desaparecesse a verdade é que pouco mudaria no mundo. Era como se desaparecesse o Paraguai, ou a Letónia ou outro dos pequenos, irrelevantes e periféricos países do mundo, dos que contribuem pouco ou nada para a causa do mundo.
O nosso melhor já foi dado faz tempo, há muitos séculos e hoje, não fora a língua, alguns escritores, alguns futebolistas, o nosso vinho do Porto, a nossa magnífica costa e o pedaço de Atlântico que nos “pertence” e por nada seriamos conhecidos.
Claro que estamos na Europa, mas estarmos na Europa é estarmos sozinhos pois a Europa está condenada a ser o que sempre foi: um conjunto de diferentes estados, línguas, e preconceitos que sobrevivem como sobrevive a cultura de cada pais. Os espanhóis serão sempre espanhóis, os franceses, franceses, os alemães, alemães e o ingleses, amigos dos americanos e desconfiados do resto do continente. E nós seremos sempre nós. Pequenos, periféricos, pobres e irrelevantes.
Para sobrevivermos e termos peso temos de ter ideias novas e pelo menos tão grandiosas como as que nos fizeram outrora maiores do que o tamanho do nosso pequeno canto. Ou então verificar-se-á a profecia há dias lida num blogue: “o rectângulo não tem solução”.
Sobre Portugal há duas teses:
“Isto não vai a lado nenhum” e “Deixa andar que a gente ainda se safa”.
A minha teses é a de que “Isto não vai a lado nenhum, mas que é possível que a gente ainda se safe se pensarmos fora do rectângulo, o tal que não tem solução”.
Podemos pensar, e devemos, que o problema é de política que afinal é a gestão destas grandes empresas a que chamamos estados.
Ora o que fazer quando uma empresa não tem escala, para competir no mercado global?
Ou demonstra uma incapacidade para resolver os seus problemas?
Ou chega à conclusão que sozinha não vai lá?
As grandes empresas associam-se uma com as outras. As grandes empreses fundem-se. As grandes empresas fazem mergers. As grandes empresas trocam participações ou então desaparecem.
E os estados? Se é tabu pensar em abrir mão de alguma independência, de alguma soberania para conseguir sobreviver e prosperar. Se nós não o fizermos então o “mercado” i.e. o mundo fá-lo-á por nós. E nós seremos uma velha retrosaria que mais cedo ou mais tarde vai dar lugar a uma dependência bancária, espanhola.
(Abre-se aqui um parêntesis para dizer que Portugal já se associou nessa associação complementar de empresas chamada União Europeia, mas como também já referi é uma associação de empresas concorrentes, histórica e culturalmente concorrentes.)
Imaginemos que nós e outro estado resolvíamos, que era vantajoso unirmo-nos. Para ter mais escala, mais vantagens, para ser maiores mais poderosos e para beneficiar dos recursos um do outro.
Porque não?
No tempo das descobertas as nações fizeram take-overs hostis umas às outras. Portugal também o fez. Mas Portugal a dada altura fez uma coisa inovadora e grandiosa e única até hoje na história, (como tanta vez o fizemos).
Uma vez Portugal, movido por circunstâncias várias mas soberanamente, fez um spin off de uma das suas maiores sucursais, o Brasil, e deu-lhe a independência.
E se hoje fossemos tão vanguardistas como outrora e fizéssemos a coisa moderna e inovadora que era fundirmo-nos com outro país?
Seria inovador dois estados fundirem-se, abrindo mão de alguma soberania, para ficarem mais fortes
Uma espécie de “troca de participações” com outra nação para criar uma super nação mais forte.
Fundirmo-nos com outro pais era fazer o que muitas grandes empresas fazem para ter economias de escala, para ganhar massa crítica e para serem mais fortes e para se reorganizarem de forma mais eficiente.
O candidato ideal seria o Brasil, claro.
Os benefícios são óbvios.
O Brasil é rico, grande, tem recursos naturais, é o maior falante da nossa língua e tem muito crowd o que num mundo onde cada vez é mais importante o crowd sourcing não é uma vantagem de somenos.
Nós temos menos para lhes dar mas mesmo assim temos alguma coisa
Temos uma agricultura mediterrânea (ou podíamos ter se a isso nos dedicássemos) temos azeite, o vinho e sobretudo temos a geografia e a Europa. Num mundo cada vez mais globalizado uma nação como o Brasil, que é uma federação de estados, ter um dos seus estados na Europa seria uma vantagem poderosíssima. Tornar-nos-íamos a mais poderosa nação atlântica
Criar-se-ia assim a primeira nação pan-continental.
Um pais global porque era da América e da Europa, do hemisfério Norte e do Sul e que aliaria a nossa velha vocação universalista à ambição Brasileira de protagonismo no palco mundial.
E resultaria?
Se resulta com empresas que são maiores que países?
Se resulta com empresas e empresários portugueses e brasileiros que trabalham cá em lá com o maior dos à-vontades?
Resumindo:
Sozinhos não vamos lá. Porque não fundirmo-nos com o pais com que temos mais afinidade cultural, o Brasil, de modo a criar uma nação pan-continental preparada como nenhuma para a globalização.
Claro que tudo tinha que ser muito bem referendado pelos accionistas que somos todos nós e, se talvez os brasileiros fossem mais difíceis de convencer, já nós, os portugueses, parece-me que estamos por tudo e não temos nada a perder.
Claro que como em qualquer fusão haveria problemas, lutas pelo poder, cedências, crises enfim dores várias que são normais nas mergers. Mas estou convencido que a fazer-se uma fusão esta seria a mais amigável de todas ao contrário por exemplo da Espanha que seria sempre um
Take-over hostil e que a prazo nos condenaria a ibéricos de segunda.
“Este país ainda vai cumprir seu ideal e tornar-se um imenso Portugal” cantou um dia o Chico Buarque. Pois eu digo de volta que este pais ainda vai cumprir o seu ideal e transformar-se num grande Brasil.
Um país, dois sotaques, duas feijoadas, dois fados (o nosso e a bossa nova que é o fado da praia) e com o melhor jogador do mundo na melhor selecção de futebol do mundo.
Pedro Bidarra
Originalmente tirado do Blog:
